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Bispo de Guarapuava emite nota de pesar pela morte de Cezar Silvestri

O pai do prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestre Filho e marido da deputada estadual reeleita Cristina Silvestri, foi encontrado morto em Curitiba às 05h20 deste domingo. Autoridades suspeitam de queda de um edifício.

21/10/2018 16:27:00


A diocese de Guarapuava, em nome do bispo diocesano, Dom Antônio Wagner da Silva, emitiu nota de pesar pela morte de Cezar Carollo Silvestri, ocorrida em Curitiba, na madrugada deste domingo, dia 21 de outubro de 2018.

“Estou muito triste, assim como todos nós da nossa diocese de Guarapuava, pela morte do nosso irmão e vizinho do bispado, Cezar Silvestri. Convido a todos para que nos unamos em oração, pedindo a Deus que, em Sua infinita bondade, conforte a família e que o acolha em Sua Glória. É uma perda muito grande para Guarapuava, para o Paraná e para o Brasil”, disse Dom Wagner.

SOBRE CEZAR

Cezar Augusto Carollo Silvestri (1954-2018), nasceu em Guarapuava, Paraná, em 1º de agosto de 1954, é filho do ex-deputado federal, estadual e ex-prefeito de Guarapuava, Moacyr Júlio Silvestri e de dona Elza Carollo Silvestri. Engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) (1973-1977), exerceu a função no DER de Guarapuava até 1982.

A primeira participação na vida pública foi em 1988, como vice-prefeito de Guarapuava. Ele exerceu o mandato de vice na chapa encabeçada por Fernando Ribas Carli, em seu primeiro mandato como prefeito de Guarapuava.

Elegeu-se deputado estadual em 1990, pelo PDT. Na Assembleia Legislativa exerceu três mandatos, até 2002. No ano de 2003 assumiu com deputado federal, cargo para o qual se elegeu por três mandatos (de 2003 até 2015).

Em 2011 assumiu a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano (SEDU), no governo Beto Richa, cargo que exerceu até 2014. Ainda no ano de 2014 assumiu o comando da Casa Civil do Paraná, também no governo Richa. O último cargo exercido por Cezar Silvestri foi o de diretor da Agência Reguladora de Serviços Delegados do Paraná (Agepar). Ele pediu exoneração em 7 de abril de 2018.