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GUARAPUAVA: Celebração marca encerramento do Ano Nacional do Laicato

A missa de enceramento do Ano Nacional do Laicato na diocese de Guarapuava, foi na catedral Nossa Senhora de Belém, no dia 25 de novembro.

28/11/2018 09:02:00


No dia 25 de novembro de 2018, a diocese de Guarapuava, através do Conselho Nacional de Leigos do Brasil (CNLB) em nível diocesano, encerrou as atividades do Ano Nacional do Laicato, que teve início na mesma data (25 de novembro) de 2017. Para marcar o momento, o bispo diocesano, Dom Antônio Wagner da Silva, presidiu uma celebração na catedral Nossa Senhora de Belém, às 10h30.

Tales Faleiros Lemos, presidente do CNLB na diocese, eleito no último dia 02 de setembro, em um encontro na paróquia Bom Jesus, em Guarapuava, destacou que o Ano Nacional do Laicato foi muito importante, mas que as atividades dos leigos precisam ser permanentes em todas as comunidades. Tales entende que através do esforço e dedicação de cada um, pode-se sonhar e pensar em uma sociedade igualitária e com novas perspectivas. “O caminhar da Igreja sempre se fez com o auxílio dos leigos e das leigas, inspirados e movidos pela ação do anúncio da boa nova, ungidos pelo Espírito Santo. Sendo assim, a Igreja viu a necessidade de dedicar a estes agentes do Reino um ano exclusivo para serem sujeitos em suas comunidades eclesiais. Desta forma, desde 25 de novembro de 2017, estamos celebrando o Ano do Laicato. No ano passado, durante a Assembleia (do Povo de Deus) fizemos a proposição para que as paróquias e comunidades adotassem esta celebração durante o ano, como uma forma de acento e de unidade. Somos uma igreja diocesana e isso deve estar sempre presente em nossa consciência. Nós nos alimentamos da palavra de Deus. Ao longo do ano, discutimos isso e foi muito importante para cada um de nós. A celebração não foi de encerramento, mas sim, de culminância deste momento celebrativo de protagonistas”, sublinhou Teles. Para Dom Wagner, o ano do laicato foi muito importante e abriu muitas perspectivas para novos trabalhos, sempre com destaque para a presença dos leigos que são, segundo ele, os protagonistas das ações da Igreja.

“A avaliação que se pode fazer deste ano dos leigos e das leigas, na Igreja e na sociedade, ajudou a aprofundar cada vez mais esta consciência. A Igreja é formada, em noventa e nove, vírgula nove por cento, por leigos e por leigas. No entanto, a consciência, muitas vezes, é de uma Igreja clerical. Mas este ano, nos ajudou muito a aprofundar essa consciência e a viver mais esta presença, ainda com uma novidade, que foi a criação do Conselho Nacional de Leigos do Brasil (CNLB) em nível diocesano. Tudo isso contribuiu e há de contribuir para que nossa Igreja tenha muitos frutos e clareza vibrante em se tratando de sua realidade”, detalhou Dom Wagner.